Category Archives: Artigos

DIGA NÃO! Abuso e exploração sexual é crime

Abuso-sexualA violência sexual praticada contra crianças e adolescentes, pode se manifestar de diversas formas, desde o abuso sexual – ato em que o adulto submete o menor, através da força física, ameaça ou sedução para se estimular ou satisfazer-se sexualmente -, até a exploração sexual, quando pessoas ou empresas (rede de prostituição, pornografia e o tráfico) se beneficiam economicamente, direta ou indiretamente, da atividade sexual. Esses fenômenos sociais são crimes e acima de tudo violação dos Direitos Humanos.

As vítimas desse tipo de violência sofrem danos, conseqüências irreparáveis em seu desenvolvimento físico, psíquico, social e moral. Os casos de abuso sexual na infância e na adolescência são de difícil suspeita ou de complicada confirmação, pois, em sua maioria são praticados por pessoas ligadas diretamente às vítimas e sobre as quais exercem alguma forma de poder ou de dependência. Portanto, atenção aos possíveis sinais corporais e condutas das vítimas de abuso ou exploração sexual:

-Isolamento social e fuga de contato físico;

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Tive uma ideia, e agora?

Muitas pessoas acreditam que são empreendedores apenas por terem boas ideias. Mas saber o que fazer com a ideia é mais importante do que tê-la

O mundo do empreendedorismo gira entorno da noção de que a ideia é tudo de mais maravilhoso que um empreendedor pode ter. Mas, infelizmente essa não é a verdade. A ideia é apenas uma iniciativa, um insight, um objetivo a seguir.

O que vai diferenciar os bons empreendedores daqueles que são empreendedores apenas por status é a acabativa, ou seja, colocar a ideia em prática. E é isso que todo empreendedor (ou candidato a) deve buscar: mostrar que na prática a ideia é tão boa quanto na teoria. Porque é justamente essa etapa que vai exigir todo o sangue, disposição, ânimo e entusiasmo do empreendedor.

Colocar a ideia em prática deve ser a missão de todo empreendedor.

Colocar a ideia em prática deve ser a missão de todo empreendedor.

 

Nós vivemos em uma época em que ser empreendedor virou moda. Todos os jovens são empreendedores, todos têm uma ideia e, estão dispostos a mudar o mundo em pouco tempo.

Mas, quem realmente está colocando as suas ideias em prática? Enquanto uns estão sonhando com a grana caindo do céu para financiar seus projetos, outras pessoas estão correndo atrás para fazer a sua ideia acontecer.

É assim que separamos o joio do trigo.

Toda ideia é empolgante no início: seja criar uma nova rede social (termo que tá na moda hoje em dia), um produto revolucionário, ou um serviço cotidiano.

Mas, será que quando o empreendedor tiver que dedicar sua vida, seu tempo, sua saúde, finais de semana, lazer e diversão a essas ideias ele ainda vai continuar achando a sua ideia empolgante?

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Personal Stylist com a itabunese Ana Paula

Um consultor a serviço do bom senso

Entrevista com a itabunense Ana Paula Almeida Andrade, formada em Publicidade e Pós em Moda pelo SENAC RJ

Quem nunca ouviu falar no nome personal stylist? O personal vai extrair o que há de melhor em uma pessoa e trabalhar o seu estilo ajudando-a a se moldar e se comportar diante de tantas informações que o mundo da moda pode trazer. Alerta a pessoa “não cair em armadilhas” no seu dia-a-dia. As novelas geralmente mostram tendências de uma determinada estação que são trabalhadas por vários profissionais do ramo. Mas será que as pessoas sabem exatamente o que significa estar na moda? Será que ela deve ser seguida à risca adquirindo tudo o que é exibido nas novelas? Quem não segue a moda é um estranho no ninho?

O personal pode orientar a maneira mais adequada de se vestir, de forma segura, mostrando o que combina ou não com o seu tipo físico e sua personalidade, mas valorizando o jeito de ser. Por ser um consultor de imagem, mexe no seu guarda -roupa, mostrando peças que muitas vezes não consegue enxergar. Dá dicas para determinadas ocasiões, inclusive de como se vestir de acordo com a sua posição profissional. Ele também vai às compras, ajuda o cliente a escolher peças,cores,modelos que possam realçar o seu estilo.

Independente de moda ou beleza, o principal é a segurança que o personal passa para o seu cliente de poder descobrir a melhor maneira de ser e estar no mundo da moda sem ser escravo dela. Lembre-se, quando cuidamos da nossa imagem melhoramos a nossa auto-estima e ficamos de bem com a vida e com as pessoas, mostrando como realmente somos.

Entrevista:

Paulinha

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Ei! Tem uns trocados aí?

Não é aceitável pagar tantos impostos tais como: IPVA, DPVAT, e ainda sermos obrigados a pagar por estacionar carros e motos em locais públicos. Ao parar para estacionar ouvimos uma voz: “eu tô olhando seu carro moral”. Ao sairmos, ouvimos outra frase: “tem uns trocados aí?”. Somos coagidos todos os dias a contribuir com o sustento desses indivíduos, nossa doação, na maioria das vezes é para sustentar o vício em drogas.

Por outro lado, há pessoas de bem que trabalham para sustentar suas famílias e se utiliza dessa ocupação como profissão. Entretanto, o que não conseguimos entender é que a secretaria de trânsito, SETRAN, sempre se omitiu em enxergar essa realidade e, juntamente com a prefeitura, ainda não regulamentou essa profissão que já existe em lei: “Decreto 79.797 de 08 de junho de 1977 regulamenta a profissão e exige do interessado registro no ministério do trabalho, com apresentação de RG, atestado de bons antecedentes, certidão negativa de cartório criminal e provas de estar quites com obrigações eleitorais e militares (homens)”.

Enquadrados nesses requisitos os “flanelinhas” deverão usar uniforme, portar carteirinha ou crachá, formar sindicatos para a categoria, entre outros benefícios de um empregado”. Fica o alerta! Ou as autoridades competentes atentam-se para essa situação ou a sociedade pagará por mais uma ato omissivo por parte das autoridades.

rogerioRogério Brito/Estudante de Direito UNIME Itabuna BA

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Gastronomia e manipulação de alimentos: critérios de escolha

Por Rômulo Macêdo

Muitas pessoas pensam que na gastronomia, é só pegar uma receita e executar…Colocar um jaleco qualquer e já se denominar “chef”, mas as coisas não são assim. Ninguém age assim em relação à medicina, odontologia, farmácia, etc., mas em algumas áreas especificamente o desrespeito para com os profissionais que se dispuseram a pagar o preço de tempo e dedicação para ter uma formação, como na gastronomia, buffet, cerimonial, música, etc., a pretensão e o menosprezo são maiores, pois qualquer um acha que, do dia para a noite, depois de ler na web algum artigo de não se sabe quem (como na Wikipédia, que os artigos sequer podem ser assinados, ou seja, que confiabilidade do ponto de vista da metodologia da pesquisa há?) pode oferecer seu “serviço” ao mercado…

Uma empresa, porém, deve ter profissionais com formação em todos as áreas nas quais disponibiliza serviços, todas, sem exceção. Seja certificados de cursos técnicos reconhecidos, nível superior, pós-graduação, etc. Entretanto, convivemos em meio a um mercado no qual os serviços com falhas técnicas são bastante nítidos, e que demonstram desconhecimento dos requisitos básicos de formação ou daquilo que é rudimentar.

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Hoje é celebrado o 2 de julho, Dia da Independência da Bahia

A declaração de independência feita por Dom Pedro I, em sete de setembro de 1822, deu início a uma série de conflitos entre governos e tropas locais ainda fiéis ao governo português e as forças que apoiavam nosso novo imperador. Na Bahia, o fim do domínio lusitano já se fez presente no ano de 1798, ano em que aconteceram as lutas da Conjuração Baiana. No ano de 1821, as notícias da Revolução do Porto reavivaram as esperanças autonomistas em Salvador. Os grupos favoráveis ao fim da colonização enxergavam na transformação liberal lusitana um importante passo para que o Brasil atingisse sua independência. No entanto, os liberais de Portugal restringiam a onda mudancista ao Estado português, defendendo a reafirmação dos laços coloniais. As relações entre portugueses e brasileiros começaram a se acirrar, promovendo uma verdadeira cisão entre esses dois grupos presentes em Salvador. Meses antes da independência, grupos políticos se articulavam pró e contra essa mesma questão.

No dia 11 de fevereiro de 1822, uma nova junta de governo administrada pelo Brigadeiro Inácio Luís Madeira de Melo deu vazão às disputas, já que o novo governador da cidade se declarava fiel a Portugal. Utilizando autoritariamente as tropas a seu dispor, Madeira de Melo resolveu inspecionar as infantarias, de maioria brasileira, no intituito de reafirmar sua autoridade. A atitude tomada deu início aos primeiros conflitos, que se iniciaram no dia 19 de fevereiro de 1822, nas proximidades do Forte de São Pedro. Em pouco tempo, as lutas se alastraram para as imediações da cidade de Salvador. Mercês, Praça da Piedade e Campo da Pólvora se tornaram os principais palcos da guerra.

Nessa primeira onda de confrontos, as tropas lusitanas não só enfrentaram militares nativos, bem como invadiram casas e atacaram civis. O mais marcante episódio de desmando ocorreu quando um grupo português invadiu o Convento da Lapa e assassinou a abadessa Sóror Joana Angélica, considerada a primeira mártir do levante baiano. Mesmo com a derrota nativista, a oposição ao governo de Madeira de Melo aumentava. Durante as festividades ocorridas na procissão de São José, de 21 de março de 1822, grupos nativistas atiraram pedras contra os representantes do poderio português. Além disso, um jornal chamado “Constitucional” pregava oposição sistemática ao pacto colonial e defendia a total soberania política local. Em contrapartida, novas forças subordinadas a Madeira de Melo chegavam a Salvador, instigando a debandada de parte da população local. Tomando outros centros urbanos do interior, o movimento separatista ganhou força nas vilas de São Francisco e Cachoeira. Ciente destes outros focos de resistência, Madeiro de Melo enviou tropas para Cachoeira. A chegada das tropas incentivou os líderes políticos locais a mobilizarem a população a favor do reconhecimento do príncipe regente Dom Pedro I. Tal medida verificaria qual a postura dos populares em relação às autoridades lusitanas recém-chegadas. O apoio popular a Dom Pedro I significou uma afronta à autoridade de Madeira de Melo, que mais uma vez respondeu com armas ao desejo da população local. Os brasileiros, inconformados com a violência do governador, proclamaram a formação de uma Junta Conciliatória e de Defesa instituída com o objetivo de lutar contra o poderio lusitano. Os conflitos se iniciaram em Cachoeira, tomaram outras cidades do Recôncavo Baiano e também atingiram a capital Salvador. As ações dos revoltosos ganharam maior articulação com a criação de um novo governo comandado por Miguel Calmon do Pin e Almeida. Enquanto as forças pró-independência se organizavam pelo interior e na cidade de Salvador, a Corte Portuguesa enviou cerca de 750 soldados sob a lideranaça do general francês Pedro Labatut. As principais lutas se engendraram na região de Pirajá, onde independentes e metropolitanos abriram fogo uns contra os outros. Devido à eficaz resitência organizada pelos defensores da independência e o apoio das tropas lideradas pelo militar britânico Thomas Cochrane, as tropas fiéis a Portugal acabaram sendo derrotadas em 2 de julho de 1823. O episódio, além de marcar as lutas de independência do Brasil, motivou a criação de um feriado onde se comemora a chamada Independência da Bahia. (Brasilescola)

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